AGE realiza seminário para elaboração de planejamento estratégico


A Auditoria Geral do Estado realizou, nesta segunda e terça-feira, dias 11 e 12, o Seminário de Planejamento Estratégico da AGE. O objetivo principal do evento, de acordo com o auditor Geral do Estado, Luis Augusto Peixoto, foi mobilizar e inspirar os integrantes da equipe a discutirem o posicionamento estratégico da AGE face a uma nova visão do controle interno governamental, e construírem propostas práticas de projetos que nortearão as ações e atividades do órgão para o biênio 2019/2020.
No primeiro dia, os participantes ouviram experiências de profissionais para subsidiar a elaboração das propostas. Pela manhã, os palestrantes foram Liane Angoti, controladora Geral Adjunta da Controladoria Geral do Distrito Federal, e Augusto Monteiro, assessor do Gabinete da Sefaz-Ba, que discorreram, respectivamente, sobre “A experiência de modernização do controle interno no governo do Distrito Federal” e “Controle Interno no Brasil e na União Europeia: síntese do comparativo Conaci (Conselho Nacional de Controle Interno)”.




Na parte da tarde, foram apresentados os “Destaques do Congresso Latino-Americano de Auditoria Interna (CLAI/2018)” e o “Programa de Gestão de Riscos: o caso do processo de auditoria da AGE”, pelos auditores fiscais José Raimundo Mota e Alberto Queiróz, respectivamente.  Ao final do dia, o auditor Geral Luis Augusto fez um balanço dos avanços e das perspectivas da AGE como órgão central do sistema estadual de controle interno.

Objetivos estratégicos

No segundo dia de trabalho, a equipe discutiu e validou os objetivos estratégicos e os projetos propostos, voltados a três áreas da AGE. O primeiro deles é a difusão do papel preventivo da ação da AGE a partir da disseminação de práticas voltadas ao fortalecimento dos controles internos, gestão de riscos, integridade e transparência.
O segundo consiste no fortalecimento do sistema estadual de controle interno, consolidando a posição da AGE junto às coordenações de controle interno e unidades equivalentes como órgão técnico central de harmonização e planejamento do sistema, intensificando sua atuação na articulação, supervisão e avaliação das atividades das unidades setoriais e disponibilizando metodologias, ferramentas e conhecimento para o desenvolvimento dessas atividades.
E o terceiro objetivo é o aperfeiçoamento de metodologias e procedimentos da auditoria governamental, de forma a obter incremento do quantitativo, do impacto e da efetividade dos trabalhos, mantendo os padrões de qualidade em consonância com as melhores práticas recomendadas.















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