NOVEMBRO DE 2018 / 2ª QUINZENA - RESUMO DE NOTÍCIAS
O Núcleo de Desenvolvimento do Ser Humano (SGF/NDSH) promoveu nos dias 20 e 21 de novembro mais uma edição do Momento Saúde, no saguão do prédio-sede da Sefaz, com 1.170 atendimentos realizados. O objetivo do projeto é estimular os servidores a cuidarem da saúde, possibilitando uma pausa para que eles possam usufruir dos serviços disponibilizados no local de trabalho. No próximo dia 28, o projeto será realizado no prédio da DAT-Metro, em Salvador. A Programação completa pode ser acessada na página do NDSH.
Os mais de mil atendimentos foram realizados em várias áreas, como aferição de glicemia, de pressão arterial e de pressão ocular; bioimpedância; profilaxia dentária e aplicação de flúor; orientação de saúde renal; orientação sobre a campanha Novembro Azul. Foi também disponibilizado um espaço de práticas integrativas e complementares de saúde, com massagem relaxante, harmonização dos chacras, prescrição de florais e homeopatia. No dia 20, os servidores também puderam conferir uma apresentação do Coral da Liga Bahiana Contra o Câncer, formado por mulheres que enfrentaram o câncer de mama.
“Ter um tempo disponível para cuidar da saúde muitas vezes não é uma tarefa fácil, tendo em vista a correria do dia a dia. Esses fatores contribuem para o surgimento de problemas de saúde nos mais diversos níveis e formas, por isso, a prevenção é crucial para evitá-los”, explica a coordenadora do Núcleo, Tina Pamponet.
A proposta dos serviços oferecidos é estimular os servidores a cuidarem da saúde e, caso necessário, encaminhá-los para um acompanhamento médico. Em alguns atendimentos, como o de aferição de pressão ocular, quando a pressão do olho ultrapassava o padrão máximo, os servidores foram orientados a procurar um oftalmologista para realização de exames que podem detectar a existência de algum problema na visão. “Na triagem, é verificada a pressão ocular, que em níveis normais varia de 10 a 20. Quando esse número excede, o paciente é encaminhado para fazer um exame oftalmológico mais detalhado para identificar se ele tem glaucoma ou hipertensão ocular’’, assinala Lucilene Oliveira, técnica em exame oftalmológico.
As massagens e terapias de relaxamento fizeram sucesso entre os fazendários que aproveitaram a oportunidade para relaxar e esquecer a correria do dia a dia, ao menos por alguns minutos. A massoterapeuta Valdete Pereira afirma que a massagem propicia o bem-estar e o relaxamento muscular, aliviando a tensão. “A massagem é muito recomendada para pessoas com muita insônia, estresse e tensão muscular, pois relaxa os músculos e combate o estresse da rotina”, pontua.
Servidores aprovam a iniciativa
“É muito boa essa iniciativa da Sefaz porque, hoje em dia, a correria da vida faz com que não tenhamos tempo de ir ao médico. Essa oportunidade de estar aqui aferindo pressão, glicemia, tendo orientação com urologista permite que os funcionários tenham acesso fácil aos cuidados com a saúde”, afirma a fazendária Adriana Guimarães Lima, SAT/Darc/Gecob. “Eu acho muito importante este projeto. Todos nós, funcionários, devemos aproveitar esse momento que a Sefaz nos proporciona de cuidar da nossa saúde”, incentiva a servidora Zilca Campos, da SAF/Dicop/Gecor.
Show de superação
A apresentação do Coral da Liga Bahiana Contra o Câncer, formado por mulheres que lutam ou se curaram do câncer de mama, chamou a atenção dos fazendários. O coral foi fundado em 1986 pela alemã Irma Hellwing, que viu a necessidade de um amparo emocional e psicológico na vida de mulheres que enfrentavam uma situação tão delicada durante o tratamento da doença. Para ela, a falta de apoio familiar e o isolamento pelo qual muitas pacientes passam durante o tratamento foram fatores cruciais para dar início ao grupo. “É muito bom para mim e para elas. Elas contam com todo nosso amor e carinho, pois o que a gente quer é vê-las felizes”, relata a voluntária.
A aposentada Edna Sacramento, que participa do coral há 16 anos, entrou no grupo durante o seu tratamento contra o câncer e permanece mesmo depois de ter superado a doença. Ela se lembra das dificuldades que viveu durante o processo e diz que encontrou no grupo uma forma de se distrair e aproveitar a vida. “Quando eu recebi o diagnóstico da doença eu achei que fosse morrer, chorava muito, era muito difícil aceitar a situação. Foram muitas quimioterapias e radioterapias. Mas, 20 anos depois, estou aqui, linda, maravilhosa e com saúde, e o coral foi muito importante nesta trajetória”, relembra emocionada.
O músico Paulo Emílio, regente do grupo há quatro anos, afirma que ser voluntário no coral o faz viver com mais motivação. “A gente sempre pensa em fazer o bem, dar o nosso tempo para fazer o bem a outras pessoas. Todas as vezes em que me encontro com elas percebo que não temos nenhum problema se compararmos às lutas que elas enfrentam e enfrentaram. Elas nos dão motivação para continuar a viver”, ressalta.
